A paz de perder-se

“Ser verdadeiramente interior, abrir os olhos do coração, significa viver na visão desprovida de imagens que é a fé, que é a visão desprovida de imagens. Na fé, a atenção é controlada por um novo espírito, não mais os espíritos do materialismo, da busca de si mesmo, da auto-preservação, mas do ethos da fé que é não-possessivo por natureza. Estar sempre aberto e continuamente renunciando as recompensas da renúncia que são grandes e precisam ser mais necessariamente recusadas. Não há desafio mais crucial do que adentrar na experiência de permanecer centrado no outro. É o estático e contínuo estado de renúncia.

Podemos vislumbrá-lo simplesmente por trazer a nossa mente aqueles momentos ou fases da vida em que experimentamos os mais altos níveis de paz, satisfação e alegria, e reconhecemos que aqueles eram os tempos, não quando possuíamos qualquer coisa, mas quando nos perdíamos em alguma coisa ou em alguém”

LAURENCE FREEMAN, “Perder para Encontrar”, pág 77

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