Amor é a descoberta da realidade

Laurence Freeman OSB, “Letter Nine,”
COMMON GROUND (New York: Continuum, 1999), pp. 104-105.
Tradução da publicação no site da comunidade
WCCM.ORG,
http://www.wccm.org/node/292
correspondente à leitura semanal (06/04/2011)

“O grande risco que assumimos na meditação é, antes de tudo, sermos nós mesmos. Este é o primeiro passo. Se não dessemos o próximo passo, nós nunca sairíamos de onde estamos e estaríamos como que pulando em uma só perna durante toda nossa vida. O próximo passo é assumir o risco de deixar que os outros sejam eles mesmos. Perceber sua realidade como sendo distinta da nossa é o caminho para realizarmos isso. Vê-los como “real” é o mesmo que amá-los. Iris Murdoch, uma vez escreveu que o amor “é a percepção do individual”. Ela continuou, “o Amor é a difícil realização de que algo diferente de nós mesmos seja real”. Amor é a descoberta da realidade. O que nos atordo-a na realização de nosso destino suprassensível é particularmente inefável … “

LER TODO TEXTO: Deixar que o outro seja o que é

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