Resignação, além da passividade

Muitas vezes, diante de um mal, antes nos aprofundarmos nele, para transpô-lo, atravessando-o comprimido para ultrapassá-lo, do que permitir que ele se aprofunde em nós, alcançando regiões não sensíveis  e , falseando a criação, nos mover segundo uma vontade não legítima  que nos leva a desconstrução. Como força contrária, qualquer mal se distanciará tão logo o atravessemos. Seja qual for a natureza do conflito, antes ainda ficarmos parados do que correr na mesma direção, de costas dadas, como fugitivos desamparado. Passando a ser eternamente perseguido, continuamente se distanciando de destinos mais brandos, por não dispor-se a uma coragem não necessariamente física, mas espiritual, que encontra na resignação seu primeiro passo.

Teilhard Chardin, no livro O Meio Divino, escreveu sobre a resignação cristã e foi adicionada uma página sobre o assunto em O Meio Divino, pág. 64-65. Resignação Cristã.

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